Brasília - A estudante de jornalismo Patrícia Lélis que denunciou o deputado Marco Feliciano de tentativa de estupro e agressão, fala à imprensa (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

A jornalista Cleuci de Oliveira usou seu perfil no Twitter para divulgar e-mails trocados com a prestigiada Universidade de Georgetown – situada em Washington, capital dos Estados Unidos. Na mensagem, a Universidade não reconhece a ativista Patrícia Lélis como estudante, como dito pela tal. 

“Há meses, a ativista Patrícia Lélis conta estar cursando um mestrado na prestigiada Georgetown University, em Washington DC Entrei em contato com a universidade. Eles procuraram, mas não encontraram indícios de que Patrícia é, ou foi, aluna de Georgetown”, escreveu a jornalista.

Veja o que a ativista dizia no Twitter sobre a renomada Universidade de Georgetown:

Confira os e-mails trocados da jornalista com a Universidade:


De acordo com uma reportagem publicada pelo Metrópoles, a ativista Patrícia Lélis “tem um passado marcado por narrativas mirabolantes sobre a própria vida pessoal. Em um dos empregos, por exemplo, contou que seu carro tinha sido roubado, e os bandidos causaram um acidente de trânsito com morte. No entanto, não havia ocorrências policiais sobre esse suposto crime nem notícias nos veículos de imprensa”.

Patrícia Lélis se denominava evangélica e em 2015 acusou o pastor Marco Feliciano de estupro. Promovendo um dos maiores escândalos do ano. O pastor foi acusado num processo que correu em segredo de justiça.O processo foi arquivado por falta de provas. Entretanto,o deputado abriu um novo processo por calúnia e difamação contra Patrícia,o qual a jovem que também concorreu a deputada federal neste ano,ficou sem saída. A jornalista também acusou de estupro o filho do presidente,o deputado Eduardo Bolsonaro,mas as acusações foram desmentidas por ele.