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Médicos ficaram surpresos ao descobrir que um homem na Tanzânia conviveu com uma faca cravada no peito por oito anos, após procurar atendimento médico reclamando de secreção semelhante a pus abaixo do mamilo direito.
O paciente, de 44 anos, não apresentava outros sintomas, como dor no peito, dificuldade para respirar, tosse ou febre, e seus sinais vitais estavam normais.
“Os médicos ficaram perplexos até que ele contou sobre um incidente ocorrido quase uma década atrás”, relata o Journal of Surgical Case Reports. O homem explicou que havia sido atacado durante uma “altercação violenta”, recebendo cortes no rosto, costas, peito e abdômen, mas que na época recebeu atendimento médico e a vida seguiu normalmente até a aparição da secreção.

Crédito: Jam Press/Journal of Surgical Case Reports
Radiografias do tórax revelaram a causa do problema: uma grande lâmina de faca estava alojada no peito, entrando pela escápula direita, mas, milagrosamente, sem atingir órgãos vitais.

A lâmina milagrosamente errou todos os órgãos internosCrédito: Jam Press/Journal of Surgical Case Reports
Os cirurgiões realizaram uma operação para remover cuidadosamente a lâmina e drenar o pus, causado por tecido morto. O paciente ficou 24 horas na UTI e, em seguida, foi transferido para enfermaria geral, onde permaneceu por 10 dias sob monitoramento. O acompanhamento posterior foi tranquilo, sem complicações.
Outro caso incomum: enguia crava-se no intestino de paciente no Vietnã
Em outro caso inusitado, um homem de 31 anos, de nacionalidade indiana, precisou passar por cirurgia no Vietnã após uma enguia de 66 centímetros se alojar em seu intestino. O paciente chegou ao hospital com dores intensas, e exames de raio-X mostraram que a enguia tentava “roer” seu caminho para fora, perfurando a parede do intestino grosso.
Tentativas iniciais de remover o animal pelo ânus foram frustradas quando os médicos descobriram também um limão obstruindo a passagem. Foi necessário realizar uma cirurgia abdominal para retirar a enguia com pinças, manipular o limão pelo ânus e, em seguida, costurar o intestino e limpar resíduos fecais vazados.
Segundo o vice-diretor do Centro de Cirurgia Colorretal do Viet Duc Hospital, Dr. Le Nhat Huy, o paciente teria morrido sem intervenção e precisará utilizar bolsa de colostomia pelo resto da vida.
























































