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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Polícia Civil confirmou, nesta sexta-feira (3), a presença de clonazepam no sangue do casal de idosos morto a facadas em um apartamento de luxo no bairro São Pedro, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. O exame toxicológico reforça a versão apresentada pela principal suspeita, a diarista Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos, que confessou ter dopado as vítimas antes do crime.
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Além da confirmação do calmante, a polícia também identificou a placa do carro utilizado por Paola na fuga, assim como o proprietário do veículo. Segundo as investigações, a suspeita informou informalmente que, após o crime, abordou um motorista de aplicativo que descansava em uma rua próxima ao prédio e ofereceu R$ 40 para que ele fizesse o transporte. A corporação já solicitou informações às plataformas de transporte para confirmar o relato e esclarecer se o condutor teve alguma participação consciente na fuga.
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A ação criminosa
O crime ocorreu na última segunda-feira (29 de junho). Paola, que trabalhava pela primeira vez na residência das vítimas, havia sido indicada por um parente do casal. Segundo a polícia, ela colocou comprimidos de clonazepam na bebida servida ao advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e à empresária Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76.
Embora a autoria tenha dito informalmente aos investigadores que usou quatro comprimidos do calmante, a polícia trabalha com a hipótese de que a quantidade tenha sido bem maior, com o objetivo de anular completamente a capacidade de reação do casal. Em seguida, ela pegou uma faca na própria cozinha da residência e atacou as vítimas.
Após o duplo assassinato, Paola furtou joias, relógios, celulares e outros objetos de valor, deixando o prédio carregando bolsas e sacolas. Ela vendeu os pertences roubados por R$ 59 mil. No dia seguinte, os agentes identificaram a suspeita por meio de imagens de câmeras de segurança e recuperaram os celulares do casal no município de Vespasiano.
Prisão e confissão
Paola foi presa na quinta-feira (2) em um hotel de Itabira, na Região Central de Minas Gerais. Ela confessou o crime e teve a prisão em flagrante ratificada. Os corpos do casal haviam sido encontrados na terça-feira (30 de junho) pelo filho das vítimas.





















































