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🧡 Ver Ofertas na ShopeeCaso aconteceu em Taboão da Serra (Grande SP); vítima foi ameaçada pelos suspeitos para não denunciar o crime. Homem de 19 anos foi preso na sexta-feira (31).
Um homem de 19 anos foi preso e três adolescentes passaram a ser investigados sob a suspeita de estuprar uma jovem de 17 anos, gravar a violência e divulgar o conteúdo na plataforma TikTok. O crime ocorreu em Taboão da Serra, na Grande São Paulo.
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Segundo a Polícia Civil, além de publicarem o material nas redes sociais, os suspeitos passaram a intimidar a vítima para evitar que ela procurasse as autoridades. O único investigado maior de idade teve a prisão decretada na manhã de sexta-feira (31) e o celular apreendido. O caso é conduzido pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) do município.
Como ocorreu o crime
De acordo com o relatório encaminhado à Delegacia Seccional da cidade, a adolescente ingeriu bebidas alcoólicas com os suspeitos em uma praça e aceitou ir até a casa de um deles. Na residência, a vítima “manifestou expressamente a ausência de consentimento”, mas foi violentada pelo grupo.
O documento aponta que os investigados registraram os abusos em um aparelho celular e, posteriormente, divulgaram o áudio do crime na plataforma de vídeos.
Ameaças e gravação em rede social
Após o estupro, os agressores intensificaram as chantagens, mencionando inclusive uma possível gravidez decorrente do abuso para coagir a adolescente a não registrar boletim de ocorrência.
No vídeo publicado, o adulto do grupo aparece comentando sobre a situação enquanto, ao fundo, é possível ouvir os gritos de socorro da vítima. O conteúdo foi compartilhado com a legenda: “Vamos sair, vai ser dahora”.
Reconhecimento e resposta da plataforma
A vítima reconheceu todos os suspeitos “de forma espontânea, segura e sem hesitação”, segundo a polícia.
Em nota oficial, o TikTok informou que os vídeos que violavam as diretrizes da comunidade foram removidos assim que detectados:
“Nosso time de moderação segue atento e trabalhando para identificar possíveis conteúdos violativos sobre o tema. Temos tolerância zero para promoção ou disseminação de abuso sexual e físico”, declarou a empresa.


















































































