Os advogados de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Cristiano Zanin e Valeska Martins, voltaram a acusar o ministro da Justiça, Sergio Moro, em nota assinada por ambos nesta segunda-feira (24) de ter enquadrado o petista com base na Lei de Segurança Nacional.

O Ministério da Justiça divulgou o ofício enviado por Moro pedindo a investigação de Lula por ofensa a Jair Bolsonaro — não há referência ao enquadramento do petista na LSN.

Segundo a pasta, a informação sobre a LSN “foi repassada de forma equivocada aos jornalistas, devido a um erro interno do Ministério da Justiça e Segurança Pública, pelo qual pedimos desculpas”.

“O ministro Sergio Moro tenta negar que requisitou o inquérito policial instaurado contra o ex-presidente Lula para apurar hipotética violação à Lei de Segurança Nacional (Lei nº 7.170/83)”, diz a nota dos advogados do ex-presidiário.

“No entanto, Lula prestou depoimento à Polícia Federal no dia 19/02/19 em inquérito instaurado com base na Lei de Segurança Nacional e requisitado pelo Ministro da Justiça e Segurança Pública. Na oportunidade, o ex-presidente demonstrou que não violou a citada lei”, continua a nota.

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