Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram]
WhatsApp: [link do WhatsApp]
A Polícia Civil investiga uma denúncia de que um aluno de 14 anos foi obrigado por uma vice-diretora a ficar nu durante uma busca por cigarro eletrônico em uma escola estadual de Santo André, na Grande São Paulo. O caso ocorreu em maio, segundo informações do boletim de ocorrência.
O relato do adolescente
Conforme a denúncia formalizada, o estudante pediu autorização a uma professora para ir ao banheiro. Ao retornar à sala de aula, foi abordado por uma inspetora, que disse haver uma queixa de que ele teria usado um cigarro eletrônico na unidade. O menino negou estar com o equipamento.
Pistola PCP Artemis 5.5mm para tiro olímpico tem pressão de 220 bar e cano de 272mm; veja o preço
O aluno foi levado a uma sala da direção, onde a vice-diretora teria exigido que ele tirasse a blusa e esvaziasse os bolsos. Em seguida, teria sido obrigado a abaixar a calça e, depois, a cueca, segundo o relato. Nada foi encontrado, e ele foi liberado para retornar à sala de aula. A diretora não estava na escola no momento e teria tomado conhecimento do caso depois.
A demissão das gestoras
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) informou que a diretora e a vice-diretora da Escola Estadual Ordânia Janone Crespo foram desligadas de seus cargos. A pasta confirmou que o estudante foi acusado de portar cigarros eletrônicos, mas nenhum objeto foi encontrado com o adolescente.
Em nota, a Unidade Regional de Ensino (URE) de Santo André lamentou o episódio e informou que uma apuração preliminar foi encaminhada à Controladoria Geral do Estado (CGE). A Seduc disse ainda que está prestando apoio à família e que um psicólogo foi colocado à disposição do adolescente.
2ª mais vendida em cadeiras gamer: modelo com encosto reclinável e espuma de alta densidade tem 44% OFF
“A URE repudia toda e qualquer forma de violência e não compactua com a conduta das servidoras”, informou a nota.
O inquérito policial
Após o registro do boletim de ocorrência, um inquérito foi aberto para apurar o caso. Até o momento, foram ouvidos o adolescente e seus responsáveis. Os funcionários da escola aguardam convocação para prestar depoimento.
A lei brasileira proíbe a divulgação de informações que possam permitir a identificação de menores de 18 anos em situações de constrangimento. Por isso, os nomes dos envolvidos e da unidade escolar não foram divulgados.























































