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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Polícia Civil prendeu, na noite desta sexta-feira (12), o segundo suspeito de envolvimento no tiroteio que assustou passageiros e deixou seis feridos na estação São Bento, da Linha 1-Azul do Metrô, no Centro de São Paulo.
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O homem, identificado como Davi Soares de Carvalho, teve a prisão temporária decretada por 30 dias. Ele foi localizado na Rua Alcaravias, no bairro de São Miguel Paulista, na Zona Leste da capital, após os investigadores receberem uma denúncia anônima sobre o seu paradeiro.
De acordo com a Polícia Civil, Davi foi identificado após a análise das imagens das câmeras de monitoramento da estação, que passaram por um sistema de reconhecimento facial. No dia do crime, um primeiro suspeito já havia sido baleado e preso em flagrante. Um terceiro envolvido continua foragido.
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Dinâmica do crime: perseguição e reação
O caso ocorreu no dia 30 de maio, por volta das 12h07, próximo à Ladeira Porto Geral, um dos principais acessos à Rua 25 de Março.
Segundo a investigação, um policial civil que estava de folga e fazia compras na região foi seguido pelo trio logo após adquirir um notebook. Os criminosos o abordaram já dentro do guichê de entrada da estação São Bento.
Durante o assalto, um dos assaltantes apontou uma arma para a cabeça do agente, enquanto outro tentou puxar a bolsa com o computador. O policial reagiu à abordagem e efetuou seis disparos contra os suspeitos, iniciando a troca de tiros.
Desespero no Metrô: passageiros e bebê são atingidos
O tiroteio provocou pânico e deixou seis pessoas feridas — cinco passageiros e um dos assaltantes. Imagens do circuito de segurança registraram o momento em que um homem, que carregava a filha de 11 meses no colo, foi atingido pelos disparos e caiu no chão segurando a bebê. A criança também caiu com o impacto, e a mãe correu em meio ao tumulto para socorrer a família.
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Pai da bebê: Alvejado no abdome, na coxa e no braço, ele precisou passar por cirurgia.
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Outras vítimas: A bebê de 11 meses, uma adolescente de 14 anos e os demais passageiros feridos foram socorridos em hospitais da região e já receberam alta.
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Suspeito: Um dos assaltantes foi baleado na ação e permaneceu sob custódia policial.
Investigação e conduta do policial
No boletim de ocorrência inicial, a Polícia Civil registrou que o agente agiu em legítima defesa. O delegado responsável pelo caso pontuou, em um primeiro momento, que o policial utilizou “moderadamente dos meios necessários para repelir a injusta agressão”.
No entanto, o caso ganhou novos desdobramentos:
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Análise das imagens: A Corregedoria da Polícia Civil solicitou as imagens das câmeras de segurança para avaliar detalhadamente a conduta do agente durante o tiroteio em local público.
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Perícia técnica: A arma utilizada pelo policial foi apreendida e passará por exames balísticos.
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Situação funcional: O agente, que atua no departamento de identificação de corpos e tem menos de três anos de corporação (estágio probatório), não foi afastado de suas funções e segue trabalhando normalmente enquanto as investigações continuam.
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