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🧡 Ver Ofertas na ShopeeUma operação realizada na madrugada deste domingo (28) por policiais militares do 1º Batalhão de Polícia de Choque resultou na prisão de dois suspeitos de envolvimento no atentado contra o tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos, de 39 anos. As prisões ocorreram na região de Guaianases, na Zona Leste de São Paulo.
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De acordo com as investigações, a dupla detida atuou dando cobertura e apoio logístico na emboscada contra o policial, ocorrida na manhã de sábado (27), em São Caetano do Sul. Um dos homens, de 52 anos, confessou a participação no crime aos policiais. O segundo suspeito preso tem 40 anos.
Ambos já possuíam antecedentes criminais por envolvimento com o crime organizado. Durante a ação de captura, a polícia apreendeu três carros que teriam sido utilizados na logística do crime. Um terceiro suspeito, de 24 anos, chegou a ser detido pelas equipes, mas foi liberado após prestar esclarecimentos. Os executores que efetuaram os disparos continuam foragidos.
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Câmera registrou emboscada em semáforo
O crime que motivou a operação policial aconteceu na Avenida Goiás, em São Caetano do Sul. Imagens de uma câmera de segurança registraram o momento em que o tenente Ronickson, irmão mais velho de Eloá Pimentel, estava à paisana em uma motocicleta e parou no semáforo.
As imagens mostram quando dois homens se aproximam a pé e atiram contra a cabeça do policial, fugindo logo em seguida.
O tenente apresentou parada cardiorrespiratória no local, foi reanimado e socorrido inconsciente pelo helicóptero Águia da Polícia Militar. Levado ao Hospital Estadual Mário Covas, o oficial passou por cirurgia de emergência e segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado gravíssimo.
Vinculação histórica com o caso Eloá
O atentado contra o oficial da Rota resgata a memória de um dos casos policiais de maior repercussão no país. Ronickson é irmão de Eloá Pimentel, jovem de 15 anos que, em 2008, foi mantida em cárcere privado por 100 horas pelo ex-namorado Lindemberg Alves, em Santo André, e acabou morta durante a invasão policial para o resgate.
Muito próximo da irmã, Ronickson participou ativamente das buscas e acompanhou o desenrolar das negociações na época. A família Pimentel, desde o trágico episódio, sempre se posicionou publicamente cobrando punição rigorosa para crimes de natureza violenta.





















































