Foto: reprodução

O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) denunciou ao Ministério Público (MP) o Instituto Adolfo Lutz e à Secretaria de Estado de Saúde por indícios de irregularidades no armazenamento de 20 mil amostras que aguardam testes de coronavírus.

Segundo o conselho, uma fiscalização realizada na tarde de quinta-feira (9) encontrou 20 mil amostras in natura em geladeiras indicadas para a conservação desse tipo de material por até 72 horas.

Os laboratórios de São Paulo estão com cerca de 17 mil testes parados e de acordo com o governo estadual, a fila deverá ser zerada até o dia 27 deste mês.

A Secretaria Estadual de Saúde informou, por meio de nota, que a denúncia do Cremesp não procede e que a temperatura de armazenamento não interfere na análise do material. Segundo a Coordenadoria de Controle de Doenças, responsável pelo Instituto Adolfo Lutz, “sequer há 20 mil amostras no laboratório. São 17 mil, e as temperaturas de conservação adotadas não interferem na qualidade das análises”, afirmou a pasta.

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