Não confere a informação sobre a pesquisa realizada 60 mil pessoas na Espanha mostre ‘ineficácia das quarentenas. O estudo citado no texto, chamado ENE-Covid19, é uma iniciativa de grande escala que prevê várias etapas. A pesquisa está sendo realizada na Espanha por meio de uma parceria entre o Ministério da Saúde, o Instituto de Saúde Carlos III e as secretarias de saúde de todas as comunidades e cidades autônomas do país. Seu objetivo está em medir o ritmo de avanço do coronavírus pelo território, a partir da análise do percentual da população que apresenta anticorpos contra o vírus. Não faz parte da análise avaliar a eficácia do isolamento social. Não há nenhum dado relacionado a isso e nenhuma uma conclusão sobre esse tema no primeiro relatório preliminar, divulgado em 13 de maio.

Ao divulgar a pesquisa, colocamos “o estudo mostrou uma menor incidência de contágio pela covid-19 entre trabalhadores ativos que estão exercendo sua atividade profissional normalmente e saindo de casa todos os dias”.

Conforme averiguação da Agência Lula, O estudo citado no texto, chamado ENE-Covid19, é uma iniciativa de grande escala que prevê várias etapas. A pesquisa está sendo realizada na Espanha por meio de uma parceria entre o Ministério da Saúde, o Instituto de Saúde Carlos III e as secretarias de saúde de todas as comunidades e cidades autônomas do país. Seu objetivo está em medir o ritmo de avanço do coronavírus pelo território, a partir da análise do percentual da população que apresenta anticorpos contra o vírus. Não faz parte da análise avaliar a eficácia do isolamento social. Não há nenhum dado relacionado a isso e nenhuma uma conclusão sobre esse tema no primeiro relatório preliminar, divulgado em 13 de maio

As análises vão continuar ao longo do tempo, para acompanhar a disseminação da doença. Os resultados da primeira etapa mostraram que aproximadamente 5% da população da Espanha desenvolveu anticorpos contra a Covid-19. Participaram do levantamento 60.897 pessoas com testes válidos para detectar a imunização contra o coronavírus. O estudo detalha esses porcentuais de acordo com gênero, idade, nacionalidade, presença de doenças crônicas, categoria de trabalho e região.

Quando se aceita e assume um erro, torna-se muito mais fácil identificar o que o originou e analisar a sua progressão. A Gazeta Brasil retifica com presteza e sem eufemismos os erros observados.

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