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Mesmo sem ter sido alvo de buscas ou de outras medidas cautelares, Dilma Rousseff está no centro das atenções dos trabalhos mais recentes da Lava Jato.

As últimas duas operações da Lava Jato, deflagradas em 23 de agosto e nesta terça-feira (10), foram concentradas em pessoas ligadas diretamente à ex-presidente, além de tratar do financiamento das suas duas campanhas presidenciais, de 2010 e de 2014.

As investigações tratam tanto de contratos da Petrobras como das obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, principal bandeira de Dilma no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

A delação de Palocci, que atuou nos governos Lula e Dilma, e os depoimentos de executivos da Odebrecht foram a base para as medidas cautelares adotadas no mês passado pela Polícia Federal.

Por Folha de S.Paulo