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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO presidente em exercício, Geraldo Alckmin, afirmou nesta sexta-feira (28) que o Brasil não representa um problema para os Estados Unidos, em resposta à expectativa de um novo anúncio de tarifas adicionais por Donald Trump, previsto para 2 de abril. Durante agenda em Jaguariúna, São Paulo, Alckmin defendeu que o Brasil seja excluído da lista de países afetados pelas novas tarifas.
“Colocamos nossa posição e pedimos diálogo. E vamos aguardar o 2 de abril. Penso que o Brasil deveria estar fora de qualquer tributação, porque, na realidade, os Estados Unidos têm grande superávit com o Brasil”, declarou Alckmin.
O presidente em exercício argumentou que “nós entendemos que o Brasil não é problema para os Estados Unidos. Dos 10 produtos que mais exportam, 8 não têm imposto. Houve aumento de 25% para alumínio e aço, mas foi para o mundo inteiro. Eu acho que nós deveríamos fazer o inverso. Aproveitar novas oportunidades para complementariedade econômica. Brasil tem 200 anos de amizade e parceria com os Estados Unidos”.
As novas tarifas, que devem atingir setores como automóveis, chips e madeira, são parte de uma estratégia de Trump para penalizar nações que mantêm relações comerciais com a Venezuela de Nicolás Maduro. Parceiros comerciais dos EUA estudam retaliar com suas próprias tarifas, enquanto a indústria automotiva prevê um aumento de 10% nos preços dos carros.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também se manifestou sobre o tema, afirmando que o Brasil recorrerá à Organização Mundial do Comércio (OMC) caso as tarifas sejam implementadas. “É colocar em prática a lei da reciprocidade. Não dá para a gente ficar quieto, achando que só eles têm razão e que só eles podem taxar outros produtos”, disse Lula.



















































































