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A defesa de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o empresário não participou da disseminação de desinformação contra o Banco Central. O posicionamento foi apresentado após a liquidação da instituição financeira e durante a investigação sobre a propagação de fake news e crimes contra a honra envolvendo a autoridade monetária.
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Segundo os advogados de Vorcaro, a investigação comprovará que ele não possui qualquer ligação com os ataques virtuais ao Banco Central, que se intensificaram nas redes sociais logo após a liquidação da instituição. O documento foi protocolado junto ao ministro Dias Toffoli.
De acordo com informações da CNN Brasil, a defesa rebateu suspeitas de que Vorcaro teria financiado uma campanha coordenada para criticar a atuação do Banco Central, especialmente no que se refere ao processo de liquidação do Banco Master. “Ele não possui qualquer relação com postagens críticas ou com os perfis que propagaram ataques à autoridade monetária”, afirma o texto enviado ao STF.
O documento também enfatiza que os advogados de Vorcaro estão à disposição das autoridades para colaborar com as investigações, com o objetivo de comprovar que não houve repasses de recursos ou diretrizes editoriais do banqueiro para influenciadores digitais ou perfis que publicaram conteúdo crítico ao Banco Central.
Entre os alvos da apuração estão influenciadores digitais, que surgiram como figuras centrais na controvérsia. Um desses comunicadores chegou a recusar contrato de três meses para continuar publicando conteúdos críticos após a divulgação da liquidação do banco em dezembro.
A Polícia Federal segue investigando se houve uma ação coordenada nas redes sociais para desestabilizar a imagem do Banco Central e questionar sua atuação. Até o momento, não há indícios públicos de que Vorcaro tenha participado ou direcionado qualquer estratégia de comunicação contra a autoridade monetária.