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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) reagiu, em nota oficial, à decisão da União Europeia de manter o Brasil fora da lista de países habilitados para exportar produtos de origem animal a partir de setembro.+ 10 itens de segurança que toda casa deveria ter. Segundo a entidade, a medida não tem relação com a aqualidade sanitária da produção nacional ou com o uso inadequado de antimicrobianos. O entrave estaria concentrado nos mecanismos de comprovação e reconhecimento dos processos de fiscalização brasileiros pelo bloco europeu.
Em comunicado divulgado após a formalização da restrição, a ABPA afirmou que “a medida não decorre de qualquer questionamento sanitário, não conformidade ou problema identificado em relação ao uso de antimicrobianos na produção animal brasileira” .
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A associação defende que as exigências sanitárias e regulatórias aplicadas ao comércio internacional sejam baseadas em critérios técnicos e científicos, respeitando avaliações de risco reconhecidas globalmente, transparência regulatória e os princípios de organismos como a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), o Codex Alimentarius e os acordos multilaterais de comércio.
Setor produtivo se defende
A ABPA ressaltou que o Brasil possui “um dos mais robustos sistemas de controle sanitário e de produção animal do mundo” , fruto de uma atuação integrada entre o setor produtivo e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Esse trabalho conjunto, segundo a entidade, garante altos padrões de qualidade, rastreabilidade, biosseguridade e segurança dos alimentos.
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A associação informou ainda que, desde o início das discussões sobre o tema, o setor tem apoiado os esforços técnicos do Mapa para prestar esclarecimentos às autoridades europeias e demonstrar a efetividade dos sistemas nacionais de fiscalização e controle.
“Estamos confiantes de que o diálogo técnico e a apresentação das informações necessárias contribuirão para o adequado reconhecimento dos mecanismos brasileiros de fiscalização” , declarou a ABPA, alinhada aos padrões internacionais de produção e segurança alimentar.






















































