Jair Bolsonaro negou nesta sexta-feira (24)  a possibilidade de criação de um imposto sobre produtos que podem fazer mal à saúde, conhecido como “imposto do pecado”. “Aumentar cerveja não, está descartado”, disse o presidente com bom humor logo após sua chegada no hotel onde ficará hospedado em Nova Délhi, Índia, para uma missão de quatro dias.

“Ô Moro, aumentar a cerveja não, hein Moro..”, disse o presidente da República. “Acho que o Moro gosta de uma cervejinha…será que ele gosta?”. Depois, reiterou, citando o nome do ministro da Economia: “Ô Paulo Guedes, eu te sigo 99%, mas aumento no preço da cerveja, não”.

“Paulo Guedes, desculpa aqui, você é meu ministro, te sigo 99%, mas aumento de imposto para cerveja não”, afirmou, destacando que “não tem como aumentar carga tributária no Brasil”.

Guedes, havia dito nesta semana no Fórum Econômico Mundial, em Davos, que sua pasta analisava um aumento no tributo em produtos como cigarros, bebidas alcoólicas e alimentos açucarados. “Estou doido para elevar o imposto do açúcar, pedi para similar tudo”, disse o ministro da Economia na Suíça.