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O Procurador-Geral da República, Augusto Aras, se pronunciou nesta terça-feira (1°) após a saída do coordenador da Operação Lava Jato em Curitiba e também procurador do Ministério Público Federal (MPF), Deltan Dallagnol. Aras deixou claro que apesar de o jurista ter prestado serviços “relevantes”, ainda assim os interesses pessoais de Deltan falaram mais alto, algo que na visão do PGR não é satisfatório para o serviço público.

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“Ele [Deltan Dallagnol] oportunamente prestou relevantes serviços, mas a impessoalidade impõe que o serviço público seja realizado de maneira não personalista propiciando que todos os membros da carreira tenham iguais oportunidades e prestem serviço de igual ou melhor competência” Declarou Aras.

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