🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Terça-feira (11) no Mercado Livre
🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Terça-feira (11) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeePaolo Maldini e Leonardo pediram demissão dos seus cargos na Federação Italiana de Futebol (FIGC) apenas dez dias após assumirem as funções de diretor técnico e assessor, respectivamente. A saída em conjunto ocorreu após o presidente da entidade, Giovanni Malagò, vetar a contratação de Andrea Pirlo para o comando da seleção principal.
10 produtos para dormir bem com até 48% OFF – confira a lista
Segundo informações do jornalista Fabrizio Romano, Maldini e Leonardo consideravam Pirlo o único nome capacitado para liderar a reestruturação da Azzurra. A decisão de barrar o ex-meia, contudo, foi tomada por conta de seus vínculos comerciais com uma empresa de apostas esportivas com sede na Rússia.

Pirlo, de 47 anos, comandou a Juventus, a Sampdoria, além de ter treinado equipes no futebol da Turquia e dos Emirados Árabes Unidos.
O motivo do veto a Pirlo
De acordo com a Sky Sport 24, Pirlo atuava como embaixador global de uma plataforma de apostas — contrato firmado durante sua passagem pelo United FC Dubai, cujo proprietário é um dos principais acionistas da empresa russa. Diante do cenário de sanções internacionais contra a Rússia, pressões políticas locais levaram a federação a considerar o vínculo incompatível com o cargo na seleção nacional.
A pressão surtiu efeito no domingo (26), quando Malagò vetou formalmente a contratação. As reuniões previstas para esta segunda-feira (27) foram canceladas, interrompendo o acordo verbal que manteria o treinador no comando até a Copa do Mundo de 2030.
Renúncias e desabafo
Sem o respaldo para a chegada de Pirlo, Maldini e Leonardo optaram por deixar a federação. Antes, a dupla já havia tentado a contratação de Pep Guardiola, que recusou o convite alegando razões familiares.
Pirlo manifestou-se publicamente sobre a decisão por meio de nota:
“Ao longo da minha carreira, sempre atuei em conformidade com as leis dos países onde trabalhei e com os contratos que assinei. Atribuir um significado político a essa colaboração comercial é me imputar crenças que nunca tive. Meu amor pela Itália não depende de um cargo no futebol”, declarou o ex-jogador, agradecendo o apoio de Maldini e Leonardo.
Reorganização e contexto
A crise obriga o Conselho Federal da FIGC a se reunir emergencialmente nesta terça-feira (28) para definir o perfil do novo comandante. Nomes como Roberto Mancini e Antonio Conte voltaram a ser especulados para assumir a comissão técnica.
O episódio amplia o momento delicado do futebol italiano, marcado pelo impacto de ter ficado fora das últimas três edições da Copa do Mundo (2018, 2022 e 2026).




















































































