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Nesta sexta-feira (11), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, disse que a Suprema Corte “não deixará de decidir o que deve ser decidido” por eventual receio de que as decisões desagradem agentes públicos ou privados.
A fala foi feita após o avanço, nesta semana, de um pacote de medidas legislativas na Câmara dos Deputados que afetam o Supremo Tribunal Federal (STF).
“O nosso papel é exatamente ter independência, aplicar a lei e fazer o certo, independentemente de eventuais consequências políticas”, disse Flávio Dino após uma palestra em um evento promovido pela Comunitas, entidade da sociedade civil, em São Paulo (SP).
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“Uma lógica, eventualmente, de retaliação, de dissenso, de conflito, não é compatível com os interesses do Brasil e com a nossa Constituição”, afirmou o ministro do STF.
De acordo com Dino, é preciso ter calma para distinguir o que é crítica e aprimoramento legítimo do Judiciário, mas “afastar espíritos de destruição institucional”.
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