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O número de pessoas que enfrentam insegurança alimentar aguda pode mais do que dobrar este ano, para 270 milhões, devido às conseqüências econômicas da Covid-19, informou o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (ONU) –  World Food Programme (ou WFP na sigla em inglês).

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O número de pessoas com fome estimado para 2020 pela ONU é quase 90% maior do que as projeções antes da pandemia da covid-19, que já estavam entre as piores da história.

A estimativa da WFP é de 270 milhões de pessoas podem passar fome nos países em que opera, isto é, de fato não ter o que comer. Há ainda as mais de 800 milhões que sofrem de segurança alimentar, tendo a próxima refeição incerta.

A linha de frente no combate à fome na Organização das Nações Unidas (ONU) deve ajudar financeiramente 138 milhões de pessoas no mundo, após já ter tido um recorde de 97 milhões de pessoas auxiliadas em 2019. 

A ONU fez um alerta na última quarta-feira (9) para o desastre humanitário causado pelo coronavírus e os efeitos dramáticos da pandemia sobre dezenas de países pobres.

Ao apresentar um balanço sobre a situação ao Conselho de Segurança, o subsecretário-geral para Assuntos Humanitários e coordenador de Ajuda de Emergência da ONU, Mark Lowcock

 

 

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