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O helicóptero que caiu no Rio Hudson, em Nova York, na última quinta-feira (10), matando seis pessoas, estava em seu oitavo voo do dia e não possuía gravador de voo, de acordo com informações de autoridades ao jornal New York Post.
O Bell 206 L-4, que vitimou fatalmente uma família de cinco turistas espanhóis e o piloto, havia completado sete voos panorâmicos na quinta-feira antes da fatídica viagem sobre o Rio Hudson, informou o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) no sábado à noite.
Autoridades afirmaram que o helicóptero não estava equipado com nenhum tipo de gravador de voo, e nenhum gravador de vídeo ou câmera foi recuperado dos destroços. Além disso, nenhuma informação de áudio gravada a bordo da aeronave foi encontrada, segundo o comunicado do NTSB.
Grande parte do helicóptero destruído foi recuperada, incluindo a cabine de comando e passageiros, a parte dianteira da estrutura da cauda, os estabilizadores horizontais e a deriva vertical, informou o NTSB. As pás do rotor principal ainda não foram localizadas.
Todos os pedaços dos destroços da trágica aeronave estão sendo transportados para os laboratórios do NTSB em Washington DC como parte da investigação, que ainda não determinou a causa do acidente. A agência revelou que a última grande inspeção do helicóptero ocorreu em 1º de março.
Na quinta-feira, o Bell 206 L-4 estava na segunda metade de um voo turístico pelo Rio Hudson, transportando uma família de cinco pessoas da Espanha quando caiu violentamente do céu nas águas geladas. Augustin Escobar, Merce Montal e seus três filhos – Augustin, de 10 anos, Mercedes, de 8, e Victor, de 4 – morreram na tragédia, assim como o piloto, o veterano da Marinha Sean Johnson.