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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) comemorou nesta quarta-feira (13) a decisão do Departamento de Estado dos Estados Unidos de revogar os vistos de funcionários e ex-funcionários do governo brasileiro, ex-funcionários da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e familiares envolvidos no programa Mais Médicos.
“Estamos falando de fatos ocorridos há mais de 10 anos, então repare que não fica esquecido esse tipo de violação. O secretário Rubio é descendente de cubanos. Pode ter certeza que gente graúda do atual governo Lula também está na lista. Isso demonstra que não adianta achar que os Estados Unidos vão esquecer, está tudo registrado e catalogado. Cedo ou tarde cada um de vocês do regime vai cair”, disse Eduardo, que está nos Estados Unidos.
O parlamentar afirmou ainda que qualquer autoridade brasileira envolvida em violações de direitos humanos deve desfazer a “besteira que fez”, apontando que seria “a única maneira de garantir a entrada no maior país, na maior democracia do Ocidente, no farol da liberdade”.
“A medida é também um recado inequívoco: nem ministros, nem burocratas dos escalões inferiores, nem seus familiares estão imunes. Mais cedo ou mais tarde, todos os que contribuírem para sustentar esses regimes responderão pelo que fizeram — e não haverá lugar para se esconder. Seguiremos com nossas agendas em Washington DC ao longo da quinta-feira”, acrescentou o deputado.
Em nota publicada nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Abaixo a íntegra da nota:
NOTA À IMPRENSA
Sanções de Marco Rubio aos Financiadores das Missões Médicas Cubanas
O anúncio feito hoje pelo secretário de Estado Marco Rubio, de origem cubana, de sanções contra financiadores da ditadura comunista cubana travestidos de programas governamentais reforça o compromisso da administração Trump em conter e punir regimes autoritários, como os de Cuba e os que Moraes e Lula tentam transformar o Brasil, para que não espalhem seu alcance pelo continente impunemente.
A medida é também um recado inequívoco: nem ministros, nem burocratas dos escalões inferiores, nem seus familiares estão imunes. Mais cedo ou mais tarde, todos os que contribuírem para sustentar esses regimes responderão pelo que fizeram — e não haverá lugar para se esconder.
Seguiremos com nossas agendas em Washington DC ao longo da quinta-feira.
Parlamentar também publicou um vídeo em rede social.
🚨🇺🇸 EUA anunciam mais restrições e perda de vistos para autoridades brasileiras!
Obrigado Presidente @realDonaldTrump e @SecRubio . pic.twitter.com/7Lw0EXVLzG
— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) August 13, 2025
O Departamento de Estado explicou que os funcionários sancionados “foram responsáveis ou envolvidos na cumplicidade do esquema coercitivo de exportação de mão de obra do regime cubano, que explora trabalhadores médicos cubanos por meio de trabalho forçado”. O comunicado acrescenta que o “esquema” serviu para enriquecer o “corrupto regime cubano” e privar a população de Cuba de cuidados médicos essenciais.
Entre os citados estão Mozart Julio Tabosa Sales, atual secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, e Alberto Kleiman, ex-assessor de Relações Internacionais do Ministério da Saúde e ex-diretor de Relações Externas da Opas, atualmente coordenador-geral da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) para a COP30.
O comunicado afirma ainda: “Como parte do programa Mais Médicos do Brasil, essas autoridades usaram a Opas como intermediária com a ditadura cubana para implementar o programa sem seguir os requisitos constitucionais brasileiros, driblando as sanções dos EUA a Cuba e, conscientemente, pagando ao regime cubano o que era devido aos profissionais de saúde cubanos”. Segundo o Departamento de Estado, “médicos cubanos que atuaram no programa relataram ter sido explorados pelo regime cubano como parte do programa”.




















































