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🧡 Ver Ofertas na ShopeeUm ataque aéreo israelense ao Hospital Nasser em Khan Younis, o maior centro médico do sul da Faixa de Gaza, deixou ao menos 19 mortos, incluindo quatro jornalistas. O grupo terrorista Hamas estimou o número total de vítimas em 20, e acusou as Forças de Defesa de Israel (FDI) de lançar dois mísseis no quarto andar do hospital com poucos minutos de diferença, atingindo equipes de resgate que já estavam no local.
As Forças de Defesa de Israel confirmaram os ataques e ordenaram uma investigação preliminar. “As FDI lamentam qualquer dano a pessoas não envolvidas e de forma alguma direcionam ataques contra jornalistas como tal, agindo na medida do possível para reduzir os danos a eles, ao mesmo tempo que se mantém a segurança de nossas forças”, afirmou o texto.
Entre as vítimas fatais estão os jornalistas Mariam Dagga, fotógrafa que colaborava com a Associated Press, Hussam al-Masri, cinegrafista da Reuters, Mohamed Salameh, cinegrafista da Al Jazeera, e Moaz Abu Taha, repórter da NBC. O fotógrafo Hatem Khaled, da Reuters, também foi ferido, e um trabalhador da Defesa Civil de Gaza morreu.
A área atacada era frequentemente utilizada por jornalistas internacionais para transmissões ao vivo devido às boas condições de conexão e visibilidade. Relatos indicam que, após o primeiro míssil, vários colegas e socorristas foram ajudar as vítimas e foram atingidos por um segundo projétil.
O jornalismo local em Gaza é fundamental, já que a entrada de imprensa estrangeira é proibida. A informação sobre o conflito depende inteiramente dos repórteres gazatíes. O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, afirma que 244 jornalistas morreram desde outubro de 2023, tornando este um dos períodos mais letais para a profissão.
O Hospital Nasser, que tem sido alvo de bombardeios durante 22 meses de guerra, enfrenta uma situação crítica. O diretor da unidade, Atef al-Hout, declarou à Al Araby que o hospital está sobrecarregado com mais de mil pacientes em uma capacidade de 340 leitos, além de sofrer com a falta de suprimentos e pessoal.
Em outras áreas de Gaza, a violência persiste. Relatos do Hamas apontam para mortes em rotas de ajuda humanitária. O Hospital Shifa reportou a morte de três palestinos, incluindo uma criança, em um ataque em Gaza. O Hospital Al-Awda informou que seis pessoas em busca de ajuda foram mortas por disparos israelenses, com 15 feridos no mesmo incidente.
As autoridades do Hamas estimam que 62.686 palestinos já morreram desde o início da guerra, sendo aproximadamente metade mulheres e crianças. A ONU e especialistas independentes consideram esta fonte a mais confiável, enquanto Israel não divulga números próprios.
























































































