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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, na madrugada desta terça-feira (16), que entrou com um processo contra o jornal norte-americano The New York Times. A ação, protocolada na Flórida, pede indenização de US$ 15 milhões por calúnia e difamação.
Segundo Trump, o veículo teria causado prejuízos significativos ao publicar “mentiras” sobre ele, sua família e seus negócios, além de se envolver em “interferência eleitoral” ao apoiar a então candidata democrata Kamala Harris nas eleições de 2024.
“Tenho orgulho de responsabilizar esse outrora respeitado ‘trapo’, um dos piores e mais degenerados jornais da história do nosso país, tornando-se um ‘porta-voz’ virtual do Partido Democrata da Esquerda Radical. O New York Times foi autorizado a mentir, caluniar e difamar livremente por muito tempo, e isso para agora”, declarou Trump.
O processo foi aberto semanas após o jornal publicar uma série de reportagens que expuseram a ligação do republicano com o bilionário Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais. Uma das matérias mais recentes revelou supostas cartas enviadas por Trump a Epstein, incluindo um desenho obsceno.
Até o momento, o New York Times não se pronunciou sobre a ação. Na semana passada, contudo, uma porta-voz do jornal, Danielle Rhoades Ha, afirmou que as reportagens foram baseadas em fatos e incluíram tanto as evidências quanto a negação do presidente.
“Nossos jornalistas relataram os fatos, forneceram as evidências visuais e publicaram a negação do presidente. Está tudo lá para o povo americano ver e formar sua própria opinião”, disse.
Esta não é a primeira vez que Trump move processos contra veículos de imprensa. Em julho, ele processou o Wall Street Journal após o jornal divulgar o desenho de conotação sexual que teria sido enviado por ele a Epstein. Na ocasião, pediu US$ 10 bilhões em indenização.
Jeffrey Epstein, que morreu em 2019 em circunstâncias apontadas como suicídio, havia sido condenado em 2008 por solicitação de prostituição de menores e novamente acusado em 2019 por tráfico sexual de menores. Em 2024, documentos judiciais revelaram nomes de quase 200 pessoas ligadas ao financista, entre elas Trump, o ex-presidente Bill Clinton e o príncipe Andrew, do Reino Unido.





















































