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O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira (26) o envio de 500 soldados adicionais da Guarda Nacional para a capital Washington, após dois militares terem sido baleados a poucos quarteirões da Casa Branca. O anúncio foi feito pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, durante visita à República Dominicana.
“Atenderemos ao pedido do presidente Trump. Isso apenas reforçará nossa determinação de garantir que Washington, D.C., seja uma cidade segura e protegida”, afirmou Hegseth. Com a medida, o número de efetivos da Guarda Nacional na capital americana passará a superar 2.500 soldados.
Antes do reforço, cerca de 2.100 membros da Guarda Nacional estavam destacados em Washington, incluindo aproximadamente 900 da própria unidade da cidade e 1.200 de outros estados, segundo informações do Pentágono.
O ataque ocorreu por volta das 14h15, na região de Farragut Square, área movimentada da região noroeste da cidade, repleta de lojas e restaurantes. Testemunhas descreveram o episódio como uma emboscada. Um suspeito foi detido pela polícia local, mas sua identidade ainda não foi divulgada. A prefeita de Washington, Muriel Bowser, classificou o ocorrido como um “tiroteio direcionado”, indicando que os militares foram alvos específicos.
Os dois militares baleados são membros da Guarda Nacional de West Virginia e estavam armados no momento do ataque, segundo autoridades. Ambos permanecem em estado crítico.
O presidente Donald Trump e o vice-presidente JD Vance não estavam em Washington no momento do incidente — Trump estava na Flórida e Vance visitava tropas em Kentucky. Em comunicado nas redes sociais, Trump afirmou que o responsável pelo ataque “pagará um preço muito alto” e destacou a importância de manter a segurança na capital.
O reforço de tropas é parte de um esforço contínuo da administração Trump para combater a criminalidade e aumentar a segurança e visibilidade da Guarda Nacional em Washington desde agosto. Recentemente, decisões judiciais chegaram a contestar a presença dos militares na capital, mas o governo conseguiu adiar a execução dessas ordens até dezembro, permitindo a possibilidade de apelação.
Autoridades do FBI, ATF, Serviço Secreto e Polícia Metropolitana de DC estiveram no local do ataque, garantindo a contenção e investigação do caso.