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Novos documentos desclassificados sobre o caso Jeffrey Epstein trouxeram à tona imagens perturbadoras do Príncipe Andrew, o ex-duque de York. Nas fotos, que circulam após o mais recente vazamento de arquivos ligados ao falecido investidor condenado por pedofilia, o terceiro filho da Rainha Elizabeth II aparece em situações descritas como “sinistras” ao lado de uma mulher não identificada.
Em um dos registros, Andrew Mountbatten-Windsor é visto agachado, apoiado sobre as mãos e os joelhos, em cima de uma mulher caída de costas em um tapete listrado. Enquanto a mulher — que teve o rosto preservado nos documentos — aparece com os braços abertos, o ex-membro da realeza encara diretamente a câmera.
Outras duas fotografias mostram o príncipe, agora com 65 anos, descalço e vestindo calça jeans e camisa polo branca. Nessas imagens, ele aparece tocando o abdômen da mulher. Embora a cena tenha sido descrita como “desconcertante” por investigadores, a mulher parece estar acordada, chegando a levantar o braço em um dos cliques. Ao fundo, é possível notar a presença de outro homem, cujo rosto foi cortado do enquadramento, sentado em uma poltrona com estampa de leopardo.
Ainda não há confirmação sobre a data exata em que os registros foram feitos. No entanto, as imagens surgem em um momento crítico, enquanto o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DoJ) continua a liberar milhões de arquivos relacionados à rede de tráfico sexual de Epstein.
O príncipe Andrew foi destituído de seus títulos reais e honrarias militares no ano passado, após a escalada das acusações de que ele seria um dos clientes frequentes do esquema de exploração sexual mantido por Epstein.
O caso ganhou contornos ainda mais graves com as revelações de Virginia Giuffre, uma das principais vítimas do esquema e que cometeu suicídio em abril deste ano. Em seu livro de memórias póstumo, intitulado “Nobody’s Girl” (A Garota de Ninguém), Giuffre afirmou que foi forçada por Epstein a manter relações sexuais com Andrew em três ocasiões distintas, incluindo uma quando ela tinha apenas 17 anos.
Desde que as primeiras alegações surgiram, Andrew Mountbatten-Windsor tem negado reiteradamente qualquer envolvimento em crimes sexuais ou conhecimento das atividades ilícitas de Jeffrey Epstein.