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O ataque militar ordenado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que resultou na morte do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, foi desencadeado após a Agência Central de Inteligência (CIA) dos EUA obter informações sobre uma reunião secreta envolvendo o líder iraniano.
Khamenei foi morto em um ataque conjunto entre forças americanas e israelenses no último sábado, ação que intensificou o conflito no Oriente Médio e provocou a morte de três militares norte-americanos. A operação, batizada de Operation Epic Fury, contou com o apoio decisivo de serviços de inteligência dos EUA e de Israel.
Segundo informações, a CIA obteve dados que indicavam que altos funcionários iranianos estariam reunidos com o aiatolá em seu palácio, no coração de Teerã, na manhã de sábado. Com base nessas informações, Trump e líderes israelenses decidiram antecipar o ataque, surpreendendo completamente o regime, conforme reportagem do New York Times.
O momento de oportunidade criado pelo conhecimento antecipado do paradeiro de Khamenei possibilitou a execução da ação contra o líder que governava o Irã há quase quatro décadas. Inicialmente, a ofensiva estava planejada para ocorrer sob a cobertura da noite, mas os aviões de combate decolaram de bases militares em Israel às 6h da manhã, transportando mísseis de longo alcance e munições de precisão. Algumas horas depois, os mísseis atingiram o palácio do aiatolá em Teerã, enquanto altos oficiais de segurança nacional iraniana se encontravam em outra área do prédio.
A operação conjunta evidencia a estreita cooperação entre as forças militares e de inteligência dos Estados Unidos e Israel. Além de Khamenei, dois líderes militares de alto escalão — o almirante Ali Shamkhani e o comandante da Guarda Revolucionária Iraniana, general Mohammad Pakpour —, bem como quatro familiares próximos do aiatolá, foram mortos durante os ataques na manhã de sábado.
Apesar do sucesso rápido da ação de Trump sobre a liderança iraniana, o caos se espalhou pelo Oriente Médio com ataques de retaliação de Teerã a bases americanas. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter atacado um porta-aviões dos EUA em resposta à morte do líder supremo, além de lançar ataques com drones em diversos países da região.
Mídias estatais iranianas divulgaram que o USS Abraham Lincoln teria sido atingido por quatro mísseis balísticos, informação posteriormente negada pelo Pentágono, que confirmou disparos, mas sem impacto próximo à embarcação. Além disso, explosões foram registradas em Qatar, Israel, Bahrein, Kuwait, Iraque, Omã e Arábia Saudita, refletindo a escala regional do conflito.
Trump declarou que os Estados Unidos irão atacar o Irã “com uma força nunca antes vista”, após o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica anunciar ter atingido quase 30 bases militares norte-americanas no Oriente Médio. Segundo a TV estatal israelense, o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad também teria sido morto em ataques aéreos recentes.
No amanhecer desta segunda-feira, foi possível observar fumaça negra saindo de uma base aérea dos EUA no Aeroporto Internacional de Erbil, no norte do Iraque, após a Guarda Revolucionária prometer a contraofensiva mais feroz da história.