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A pilota de um caça F-15 que foi derrubado no Kuwait recebeu agradecimentos de moradores locais após conseguir ejetar com segurança antes da aeronave cair. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram a pilota, sorridente, após o incidente, que ocorreu em um episódio de fogo amigo envolvendo três jatos americanos no país do Oriente Médio.
Em vídeo, um homem que se aproximava da pilota perguntou: “Você precisa de ajuda?”. Ela respondeu que estava bem, e o homem continuou: “Tudo certo? Obrigado por nos ajudar”.
Segundo o CENTCOM, todos os seis tripulantes das aeronaves conseguiram ejetar com segurança e foram resgatados, evacuados e levados a hospitais para avaliação médica. O Ministério da Defesa do Kuwait informou que investigará as circunstâncias do incidente e está coordenando com os Estados Unidos. Um porta-voz declarou que a condição de saúde dos pilotos é estável.
Imagens também mostraram outro piloto andando pelo solo após se ejetar com sucesso. Os caças, avaliados em cerca de US$ 90 milhões cada, haviam perdido o controle e caíram ao chão, segundo relatos iniciais.
O episódio ocorre em meio à escalada do conflito no Oriente Médio, iniciada no último sábado (28) com ataques de mísseis dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, que resultaram na morte do líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei. Como retaliação, Teerã e aliados lançaram ataques contra Israel, países vizinhos do Golfo e instalações estratégicas de petróleo e gás natural.
O presidente Donald Trump afirmou em entrevista ao Daily Mail que os combates com o Irã poderiam durar cerca de quatro semanas, mas acrescentou em coletiva na segunda-feira (2) que os EUA têm capacidade de manter operações por um período mais longo.
O conflito já deixou um alto número de vítimas: a Sociedade da Meia-Lua Vermelha do Irã registrou pelo menos 555 mortos em território iraniano, mais de 130 cidades foram atacadas, enquanto em Israel 11 pessoas morreram e no Líbano 31 foram vítimas da violência. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, classificou a morte de Khamenei como uma “declaração de guerra contra os muçulmanos” e prometeu retaliar os Estados Unidos e Israel com uma força nunca antes vista.