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Nesta quarta-feira (4), um submarino militar dos Estados Unidos afundou um navio de guerra iraniano próximo ao Sri Lanka, deixando quase 150 marinheiros desaparecidos no Oceano Índico, segundo autoridades americanas.
A fragata IRIS Dena explodiu cerca de 40 km ao sul da ilha, em um incidente que múltiplos oficiais dos EUA atribuíram a um torpedo lançado pelo submarino americano. Mais de 30 pessoas foram resgatadas pela marinha do Sri Lanka, mas 148 permanecem desaparecidas.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou em entrevista coletiva no Pentágono:
“Um submarino americano hundiu um buque de guerra iraniano que acreditava estar a salvo em águas internacionais. Em vez disso, foi afundado por um torpedo.”
Hegseth também declarou que, a quatro dias do início das hostilidades contra o Irã, os Estados Unidos estão:
“ganhando de maneira contundente, devastadora e sem piedade.”
O secretário anunciou ainda a utilização iminente de bombas de gravidade de precisão, afirmando que o país possui um arsenal “quase ilimitado”.
O incidente gerou uma operação internacional de resgate. O chanceler do Sri Lanka, Vijitha Herath, informou ao Parlamento que a fragata, com 180 tripulantes a bordo, emitiu um sinal de socorro antes de afundar. Herath não detalhou a causa do naufrágio, limitando-se a afirmar que a marinha do Sri Lanka interveio para socorrer os marinheiros feridos.
Além disso, a escalada do conflito se espalhou para outras regiões: um míssil iraniano em direção à Turquia foi interceptado pela OTAN, drones iranianos atacaram o consulado dos EUA em Dubai, e um míssil atingiu a maior base militar americana no Qatar.
Em outro episódio, um navio-tanque russo de gás explodiu entre Malta e Líbia no Mediterrâneo. Moscou acusou a Ucrânia pelo incidente, mas todos os 30 tripulantes russos saíram ilesos.