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A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos rejeitou nesta quinta-feira (5) uma resolução que buscava impedir o presidente Donald Trump de prosseguir com a Operação Fúria Épica contra o Irã. A votação terminou apertada: 212 votos a favor e 219 contra.
A medida bipartidária, liderada pelos deputados Thomas Massie (Republicano.) e Ro Khanna (Democrata.), tinha como objetivo restringir o uso das Forças Armadas norte-americanas na operação conjunta com Israel, o que poderia ter interrompido os ataques.
No debate, Massie afirmou:
“O aiatolá não era um presidente. Era um líder religioso de uma região notória por islamistas radicais, e os Estados Unidos e Israel o transformaram em um mártir. Se o Congresso quer guerra, o presidente da Câmara deve realizar uma votação para declará-la.”
O deputado Warren Davidson (R-Ohio) acrescentou:
“O risco moral de um governo não mais limitado pela Constituição é uma ameaça grave.”
Apesar das críticas de parte dos democratas, a maioria dos republicanos defendeu que o presidente está agindo dentro de suas autoridades legais.
O secretário de Guerra, Pete Hegseth, afirmou que a operação possui um cronograma definido e tem como alvo principalmente os ativos militares, liderança sênior e capacidades nucleares do Irã.
Democratas, no entanto, acusam Trump de levar os EUA a um conflito aparentemente sem fim e de ignorar os poderes do Congresso previstos no Artigo I da Constituição.