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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, subiu drasticamente o tom das ameaças contra o Irã e prometeu confiscar o depósito de petróleo da Ilha de Kharg, indicando que as forças americanas vão atacar o país “MUITO FORTE HOJE À NOITE”. Trump projetou uma tomada de controle dos recursos iranianos aos moldes do que foi feito na Venezuela, incluindo uma invasão terrestre a Kharg — local que processa cerca de 90% das exportações de óleo bruto do Irã e é o coração da economia do país.
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Conhecida como a “Ilha Proibida”, Kharg é altamente fortificada por baterias de mísseis, minas navais e unidades da Guarda Revolucionária, o que exigiria o envio de milhares de soldados americanos em uma operação terrestre. No entanto, Trump minimizou a capacidade de resistência do adversário.
“Os Estados Unidos vão atingir o Irã (cuja Marinha, Força Aérea, radares, defesas antiaéreas e todas as outras formas de defesa, junto com a maior parte de sua capacidade ofensiva, JÁ SE FORAM!), MUITO FORTE HOJE À NOITE”, escreveu o presidente na rede social Truth Social nesta quinta-feira (11).
“Em algum momento em um futuro não muito distante, tomaremos a Ilha de Kharg e outros pontos de infraestrutura, assumindo o controle total de seus mercados de petróleo e gás, assim como fizemos com a Venezuela, o que está funcionando brilhantemente para ambos os países.”
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Noite de bombardeios e resgate com inteligência artificial
A nova ameaça de Trump ocorre poucas horas após os EUA lançarem uma segunda rodada de bombardeios aéreos contra o território iraniano. Os ataques foram uma retaliação iniciada na terça-feira, após o Irã derrubar um helicóptero americano Apache. Durante os confrontos recentes no Estreito de Ormuz, dois aviadores americanos foram resgatados com sucesso por uma embarcação drone operada por inteligência artificial.
O Comando Central dos EUA (CENTCOM) informou que os alvos da última noite incluíram instalações de vigilância, comunicação e defesa aérea. Do outro lado, a Guarda Revolucionária do Irã anunciou uma “operação punitiva” mirando uma base americana na Jordânia.
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A imprensa iraniana reportou explosões em várias regiões do sul do país, deixando ao menos três feridos na província de Teerã. O impacto dos mísseis também ecoou nos países vizinhos:
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A Jordânia afirmou ter abatido 20 mísseis iranianos.
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As forças armadas do Kuwait interceptaram “alvos aéreos hostis”.
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O Bahrein, que abriga uma base naval dos EUA, relatou que uma menina de 11 anos sofreu ferimentos leves e que residências e carros foram danificados pelo que chamou de “agressão pecaminosa do Irã”.
O impasse nuclear e o Estreito de Ormuz
O retorno das hostilidades acontece após meses de estagnação diplomática desde que um cessar-fogo foi declarado no início de abril. Trump perdeu a paciência com o Irã, acusando os negociadores de Teerã de estarem “enrolando” as autoridades americanas. O Pentágono deu respaldo à postura agressiva: o chefe da pasta, Pete Hegseth, declarou que se o presidente ordenar, os EUA “vão negociar com bombas”.
A principal exigência de Washington é que o Irã interrompa totalmente o enriquecimento de urânio por pelo menos 20 anos para garantir que nunca desenvolva uma bomba nuclear. O Irã, por sua vez, propôs um congelamento de 10 anos e o desmantelamento de dois de seus três principais locais nucleares, insistindo em manter a usina de Fordow aberta — concessão que Trump rejeita veementemente.
Teerã também exige a liberação de seus ativos financeiros congelados no exterior como condição para reabrir o Estreito de Ormuz. Os EUA recusam o pagamento antecipado e aceitam liberar os fundos apenas de forma gradual, conforme o cumprimento do acordo.
Enquanto o impasse continua, a rota marítima que escoa um quinto do petróleo mundial permanece bloqueada. O novo comitê iraniano que supervisiona a região confirmou nesta quinta-feira que o Estreito de Ormuz “ficará fechado até segunda ordem”. Majid Mousavi, chefe da força aeroespacial da Guarda Revolucionária, prometeu “transformar a região em um inferno” para os inimigos caso tentem violar a passagem marítima.
Reações Internacionais e o Caos nos Mares
A escalada bélica gerou forte preocupação global, uma vez que o conflito já começou a fazer vítimas civis de outras nacionalidades:
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Índia: Nova Délhi convocou um diplomata americano para protestar formalmente após três marinheiros indianos de um navio comercial serem mortos em um ataque dos EUA na costa de Omã.
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Bloqueio Naval: O CENTCOM informou ter interceptado e desativado outro navio petroleiro, o Jalveer, alegando que a embarcação tentava furar o contra-bloqueio americano aos portos iranianos. A Marinha do Irã também afirmou ter atingido dois navios na região.
Países mediadores, como o Catar e o Paquistão, tentam manter canais diplomáticos secretos. Uma delegação catari esteve em Teerã em conversas que duraram até a madrugada, agindo em coordenação com os EUA. No entanto, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Paquistão, Tahir Andrabi, admitiu que, embora não tenham perdido a esperança, “é difícil ser otimista diante dessa nova troca de hostilidades”.
A China, maior compradora do petróleo iraniano, exigiu o fim imediato das operações militares. A Rússia, aliada de Teerã, alertou por meio do porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, que a situação traz “consequências profundamente negativas para a economia global”. Já a Arábia Saudita e a Turquia fizeram apelos urgentes para que todas as partes “priorizem a sabedoria” e retomem a mesa de negociações.




















































