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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou nesta segunda-feira (15) que seu governo tenha acordado pagar US$ 300 milhões ao Irã como parte do entendimento para encerrar a guerra no Golfo e reabrir o Estreito de Ormuz. Em publicação na rede Truth Social, Trump classificou as informações divulgadas por meios iranianos como uma campanha de “notícias falsas” e afirmou que o memorando assinado entre as partes não prevê qualquer transferência de recursos à República Islâmica.
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A negativa ocorreu horas depois de Trump anunciar, na França, a assinatura do memorando de entendimento destinado a pôr fim ao conflito iniciado em fevereiro e restabelecer a navegação no Estreito de Ormuz – uma das rotas marítimas mais importantes para o comércio energético mundial.
“O acordo já está assinado e o estreito já está parcialmente aberto”, declarou Trump a jornalistas ao chegar em Évian, onde participa da cúpula do G7.
O bloqueio do Estreito de Ormuz permaneceu vigente durante três meses, afetando as exportações de petróleo e gás do Golfo Pérsico e gerando tensões nos mercados internacionais. Segundo fontes de ambas as delegações, o memorando estabelece a reabertura da via marítima e a extensão do cessar-fogo por um período de 60 dias, durante o qual as partes buscarão resolver questões pendentes, incluindo o futuro do programa nuclear iraniano.
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Benefícios condicionados e cobrança por transparência
Funcionários americanos precisaram que qualquer benefício econômico previsto para o Irã dependerá de garantias verificáveis de que Teerã não desenvolverá armamento nuclear. Washington apresentou essa condição como requisito indispensável para manter o entendimento.
Enquanto isso, a oposição democrata no Congresso cobrou transparência. O líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, exigiu a publicação integral do texto e a apresentação de um relatório formal aos legisladores.
“O povo americano merece detalhes e total transparência: o que contém exatamente este ‘entendimento’?”, questionou Schumer em comunicado. O senador também indagou sobre o futuro do desdobramento militar americano na região e o saldo do conflito: “O que ganhamos realmente com esta guerra de Trump?”
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Tensões persistem no Líbano
A assinatura do memorando não eliminou todas as tensões. Horas depois do anúncio, Israel lançou um ataque com drone contra um veículo no sul do Líbano, onde mantém operações contra o Hezbollah, organização apoiada pelo Irã. Teerã sustenta que o memorando exige o cessar total das hostilidades naquele front. Israel, que participou das operações militares ao lado dos EUA desde fevereiro e não integrou as negociações, respondeu que mantém o direito de agir militarmente quando considerar necessário.
Suíça confirma cerimônia em Genebra
O presidente da Suíça, Guy Parmelin, confirmou que a cerimônia formal de ratificação ocorrerá em Genebra, mas evitou garantir a data anunciada por Trump.
“É mais prudente falar deste fim de semana do que de sexta-feira”, afirmou Parmelin. O mandatário suíço explicou que ainda não está definida a composição das delegações nem o nível de representação de cada país.
Parmelin destacou o papel desempenhado por Suíça, Paquistão e Qatar nos esforços diplomáticos para aproximar Washington e Teerã. A Suíça atua como “potência protetora” entre os dois países desde 1980, funcionando como canal de comunicação na ausência de relações diplomáticas formais.




















































