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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, decidiu adiar o depoimento do presidente Jair Bolsonaro à Polícia Federal até que o plenário da Corte julgue o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para a realização do interrogatório seja por escrito. A PF havia intimado Bolsonaro para depor, presencialmente, entre os próximos dias 21 e 23.

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Em entrevista para a CNN Brasil, Marco Aurélio disse que decidiu “congelar” os trâmites do inquérito para possibilitar o exame do recurso pelo plenário do STF, já que não concebe a “autofagia” — ou seja, a possibilidade de julgar sozinho uma decisão tomada por um colega, no caso, Celso de Mello, que não aceitara o depoimento por escrito.

De licença médica, Celso de Mello está impedido de examinar o recurso de Bolsonaro, a análise, então, passou para Marco Aurélio, o segundo ministro mais velho do STF.

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