🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Terça-feira (11) no Mercado Livre
🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Terça-feira (11) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeeO deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou ter sido empurrado pela deputada Camila Jara (PT-MS) durante um tumulto ocorrido na noite desta quarta-feira (6) no plenário da Câmara dos Deputados. A confusão aconteceu enquanto o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), tentava retomar o controle da Mesa Diretora, que havia sido ocupada por parlamentares da oposição em protesto contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em publicação nas redes sociais, Nikolas acusou Camila de tê-lo empurrado, o que teria provocado sua queda. “Parabéns por mostrar ao Brasil quem realmente você é”, escreveu o parlamentar.
Imagina se é o contrário? Esquerda sendo esquerda. Camila Jara, parabéns por mostrar ao Brasil quem realmente você é. Obrigado! pic.twitter.com/wj6qeQuZFj
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) August 7, 2025
A deputada nega qualquer agressão. Em nota, sua assessoria afirmou que Camila, que está em tratamento contra um câncer, foi “injustamente acusada de ter nocauteado o parlamentar com um soco”. A nota destaca que a deputada tem 1,60 metro de altura e pesa 49 quilos.
Nikolas voltou a se manifestar e ironizou a justificativa da colega, chamando-a de “jararaca” e afirmando: “Abaixo de 50kg, pode mentir, agredir e posar de vítima. Mesmo o Brasil inteiro vendo o vídeo que comprova, a petista nega”.
O deputado Gustavo Gayer (PL-GO) também comentou o episódio em seu perfil no X (antigo Twitter), dizendo que Camila teria desferido um “soco no saco” em Nikolas.
A confusão ocorreu no momento em que Hugo Motta e seguranças iniciavam a retirada dos manifestantes que ocupavam a mesa da presidência. Nikolas e Camila estavam atrás do presidente da Câmara quando a movimentação começou. Um vídeo mostra o momento em que Motta empurra uma cadeira e, logo em seguida, Nikolas aparece caído no chão.
Os parlamentares de direita ocupavam a mesa em protesto contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou a prisão domiciliar de Bolsonaro. Apesar da queda e das acusações, a sessão foi retomada após a desobstrução do plenário.


















































































