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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), indicou aos líderes partidários que pretende pautar, nesta quarta-feira (17), o requerimento de urgência do projeto de lei da anistia. O aceno ocorreu durante reunião de líderes realizada nesta terça (16), na Residência Oficial da Câmara, em Brasília (DF). Um novo encontro entre as lideranças está marcado para amanhã, às 10h.
A sinalização animou a oposição, que espera a apreciação do texto defendido por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A proposta prevê uma anistia ampla, geral e irrestrita para os envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro.
No entanto, deputados ligados ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tentam articular uma alternativa. Caso não consigam, a estratégia deve ser o esvaziamento da sessão, garantindo a derrota do projeto por meio de votos contrários e ausências no plenário.
Se confirmada a manobra, a base governista deve avançar em torno de um texto alternativo, apelidado de “anistia light”, que não incluiria perdão a Bolsonaro, mas poderia revisar a dosimetria das penas aplicadas a alguns condenados. Essa proposta tem sido defendida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e teria maior receptividade de Motta.
Apesar disso, integrantes do governo mantêm forte resistência. A ministra Gleisi Hoffmann (PT), presidente do partido, reafirmou oposição à medida:
“O governo é contra a anistia. Além de imoral é inconstitucional. Nem terminou o julgamento e já há pressão para pautar. Vamos nos posicionar contra e trabalhar para derrubar o pedido de urgência”, declarou.
O impasse deve marcar a sessão desta quarta-feira, em meio ao acirramento da disputa entre oposição e governo sobre os rumos da proposta.






















































