🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Domingo (05) no Mercado Livre
🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Domingo (05) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Corregedoria da Câmara dos Deputados definiu e recomendou as punições aos parlamentares de oposição que invadiram o plenário da Casa em agosto. As orientações foram encaminhadas à Mesa Diretora, cabendo aos seus integrantes decidir se acatarão ou não as recomendações do corregedor-geral, Diego Coronel (PSD-BA), que agora devem seguir ao Conselho de Ética.
A maioria dos deputados, caso a Mesa siga a orientação da corregedoria, receberá censura escrita, uma espécie de advertência formal. Além disso, poderão ser suspensos automaticamente em caso de novas ocupações do plenário.
O deputado Marcos Pollon (PL-MS) terá a punição mais severa: suspensão imediata de quatro meses, por ter ocupado a cadeira do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e ofendido o chefe da Casa. Segundo Coronel, Pollon deve cumprir três meses de suspensão: um mês por se recusar a sair da cadeira de Hugo Motta e dois meses por xingamentos dirigidos ao presidente.
Outros parlamentares também terão suspensão: Marcel van Hattem (Novo-RS) e Zé Trovão (PL-SC) podem ser afastados por 30 dias.
Já os deputados que podem receber censura escrita são: Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), Nikolas Ferreira (PL-MG), Julia Zanatta (PL-SC), Luciano Zucco (PL-SC), Allan Garcês (PP-MA), Caroline de Toni (PL-SC), Marco Feliciano (PL-SP), Domingos Sávio (PL-MG), Bia Kicis (PL-DF), Carlos Jordy (PL-RJ) e Paulo Bilynskyj (PL-SP).
O motim ocorreu durante pressão para a votação do chamado “pacote da paz”, apresentado por Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que inclui:
-
Projeto de lei de anistia aos condenados dos atos de 8 de Janeiro;
-
Pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes (STF);
-
Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue o foro privilegiado.
O acordo para desobstrução do plenário foi intermediado pelo ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Líderes do Centrão e da oposição recorreram a ele para negociar a liberação da Mesa Diretora, impondo como condição que Lira pressionasse Hugo Motta para pautar a anistia.




















































