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O jornalista Allan dos Santos criticou duramente a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro na segunda-feira (1º), afirmando que ela “está cagando” para o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso na Superintendência da Polícia Federal desde 22 de novembro. Segundo Allan, a postura de Michelle, que se opôs à articulação com Ciro Gomes (PSDB) e defendeu a candidatura de Eduardo Girão (Novo) ao governo do Ceará, gerou descontentamento entre os filhos mais velhos de Bolsonaro — Flávio, Eduardo e Carlos.
“Michelle não tem nenhum aval dos filhos para estar falando o que ela está falando. Ela não estava quando o Bolsonaro foi preso. Ela está viajando o Brasil inteiro como se o Bolsonaro já estivesse morto. Ela está cagando para o Bolsonaro”, declarou Allan durante o programa Conversa Timeline. “Eles estão penando para manter o Bolsonaro vivo, e ela está cagando, literalmente cagando para isso”, completou.
Allan dos Santos: “A Michelle não tem aval de nenhum dos filhos para falar o que estava falando, ela não estava quando o Bolsonaro foi preso, está viajando o Brasil inteiro como se ele já estivesse morto, ela tá cagando pra ele. Os 3 irmãos estão putos sabem o que está por trás.” pic.twitter.com/nedKTvSatI
— Pri (@Pri_usabr1) December 1, 2025
Em resposta aos enteados , Michelle Bolsonaro publicou uma nota afirmando que respeita a opinião dos enteados, mas que pensa diferente e tem o direito de expressar seus pensamentos com liberdade e sinceridade.
A tensão se estendeu para o Partido Liberal (PL). Na terça-feira (3), o deputado federal e presidente do PL no Ceará, André Fernandes (PL-CE), anunciou que as negociações do partido para o governo do estado estão paralisadas. Segundo ele, a decisão ocorreu após reunião em Brasília com Michelle Bolsonaro, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, o senador Rogério Marinho (RN), Flávio Bolsonaro (RJ) e outros membros da cúpula da legenda.
O PL ainda informou que suspendeu as negociações com o PSDB no Ceará, que deve lançar Ciro Gomes como candidato ao governo do estado. A medida reflete as divergências internas sobre alianças políticas e a estratégia eleitoral do partido na região.