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A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS votou e rejeitou nesta quinta-feira (4) o requerimento que solicitava a convocação do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias.
O pedido para que o chefe da AGU fosse ouvido pela comissão tinha como principal argumento a necessidade de esclarecimentos sobre um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) que chegou ao seu gabinete. O documento, que alertava a AGU, apontava que cerca de 97% dos aposentados e pensionistas não autorizaram os descontos realizados por associações diretamente nos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Congressistas que defendiam a convocação de Messias queriam obter informações sobre a atuação da AGU em procedimentos relacionados a entidades investigadas pela CPMI.
O nome de Jorge Messias está em destaque no cenário político nacional, pois ele foi indicado pelo presidente Lula (PT) para ocupar o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), na vaga deixada por Luís Roberto Barroso.
No entanto, o processo de sua sabatina no Senado Federal segue paralisado. A votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que estava prevista para dezembro, foi cancelada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). O motivo é que o presidente Lula ainda não enviou ao Senado a mensagem oficial que formaliza a indicação de Messias ao Supremo.
Em meio aos desdobramentos das investigações, o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que irá solicitar a prorrogação dos trabalhos da CPMI até maio de 2026, argumentando que as investigações ainda possuem “desdobramentos relevantes” a serem apurados.
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