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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (1º), a terceira fase da operação Galho Fraco, batizada de Galho Fraco 2, para aprofundar a investigação sobre desvios de recursos da cota parlamentar utilizados na contratação de locadoras de veículos. A atual fase mira pessoas ligadas aos deputados Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara, e Carlos Jordy (PL-RJ), mas os parlamentares não são citados como alvos na nova etapa.
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As medidas foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e são cumpridas no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais. Segundo a PF, a etapa tem como objetivo coletar e preservar provas sobre a movimentação e a destinação dos recursos investigados. A corporação apura indícios dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, fraude processual e organização criminosa.
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Histórico da investigação
Em dezembro de 2024, a PF já havia cumprido mandados de busca e apreensão contra assessores dos dois congressistas. Na ocasião, a corporação investigava o uso de empresas de locação de veículos para simular contratos de prestação de serviços pagos com verba parlamentar.
Em dezembro de 2025, a investigação avançou para a operação Galho Fraco, com mandados contra Sóstenes e Jordy autorizados pelo ministro Flávio Dino, do STF. A ação teve como base mensagens extraídas de celulares e depoimentos colhidos na fase anterior da Rent a Car.
Na ocasião, a PF apreendeu dinheiro em espécie em um flat usado por Sóstenes em Brasília. O líder do PL afirmou depois que os valores tinham origem na venda de um imóvel em Ituiutaba (MG) e que declarou a propriedade no Imposto de Renda. Jordy negou irregularidades nas fases anteriores e afirmou ser alvo de “perseguição implacável”. Sóstenes também negou a existência de esquema e disse, em 2024, que a PF poderia “revirar tudo” que não encontraria nada.
O que é a cota parlamentar
A Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar é uma verba pública usada para custear despesas relacionadas ao mandato, como passagens, aluguel de veículos, combustível, divulgação da atividade parlamentar e manutenção de escritórios. Segundo a PF, as fases anteriores identificaram irregularidades na contratação de uma empresa de locação de veículos com recursos da cota. A etapa desta quarta-feira busca esclarecer o caminho do dinheiro depois dos pagamentos.






















































