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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, em publicação no X no domingo (19), que recusa a proteção da Polícia Federal durante o período de campanha. Ele pediu que os agentes que seriam colocados à sua disposição fossem redefinidos para a investigação sobre fraudes contra aposentados do INSS.
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A declaração foi feita na véspera da ativação do esquema especial da PF para a segurança de candidatos à Presidência. O governo destinou cerca de R$ 95 milhões à operação, que poderá mobilizar até 458 agentes para atender a até 10 candidaturas simultaneamente.
Flávio citou Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, ao justificar a decisão. “Se a desculpa oficial do chefe da PF para não investigar Lulinha – acusado de receber mensalinho do Careca do INSS – foi a falta de efetivo, quero dar a minha contribuição para que o dinheiro roubado no governo Lula seja devolvido aos aposentados”, escreveu.
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O senador também declarou não confiar no diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e sugeriu que agentes poderiam ser integrados à sua escolta com outras finalidades, sem apresentar provas para sustentar a acusação. “Além disso, não confio no atual chefe da PF. Não vou correr o risco de ele próprio infiltrar pessoas na minha campanha”, alegou.
Por fim, Flávio afirmou que, caso seja eleito, os policiais federais serão “valorizados” e recuperarão sua autonomia, sustentando que a corporação atualmente recebe ordens para perseguir opositores do governo.

















































































