Decano do Supremo Tribunal Federal, o ministro Celso de Mello aproveitou o julgamento da criminalização da LGBTfobia, que foi retomada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) na tarde desta quinta-feira (23), para reagir ao um pedido de impeachment apresentado por deputados em fevereiro contra ele e outros três ministros que votaram pela aplicação de punição a atos de discriminação.

“Sem juízes independentes, não há cidadãos livres. A intolerância foi processualizada perante o Senado com essa absurda denúncia contra quatro integrantes dessa Corte”, afirmou.

O pedido foi articulado pela deputada Bia Kicis, do PSL, e conta com apoio de dois deputados de outros partidos, como Pastor Marco Feliciano, do Podemos, e Kim Kataguiri, do DEM.

 

 

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