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O Ministério Público Federal no Paraná denunciou nesta terça-feira (30) o empresário Humberto do Amaral Carrilho na Operação Lava Jato. Ele é acusado de pagar R$ 1,7 milhão em propina ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa para assinar um contrato fraudado de R$ 265,5 milhões com a estatal.

Segundo o MPF, os crimes foram cometidos entre 2007 e 2012. Na época, Carrilho era dono do grupo empresarial Dislub Equador e Paulo Roberto, diretor de Abastecimento da Petrobras.

De acordo com a denuncia, Carrilho subornou Costa para que o ex-diretor contratasse uma das empresas da Equadro Log sem licitação para prestação de serviços de armazenamento de produtos no terminal fluvial de Itacoatiara, no Amazonas.

O terminal era para ter sido inaugurado em março de 2012, mas só passou a funcionar um ano depois, em março de 2013, quando os valores começaram a ser transferidos entre Carrilho e Paulo Roberto.

De acordo com o MPF, uma empresa de Paulo Roberto Costa assinou contratos de consultoria com empresas de Carrilho para dissimular a propina.

O valor original do contrato era R$ 197,8 milhões. Mas, por causa do atraso, foi assinado um aditivo que aumentou o valor da contratação para R$ 265,5 milhões

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