O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), General Augusto Heleno, fala à imprensa sobre a crise na Venezuela.

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O general Augusto Heleno, chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) saiu em defesa de Jair Bolsonaro dos ataques que o presidente da República está recebendo por ter admitido o desmembramento do Ministério da Justiça e Segurança Pública.  “Em nenhum momento, o presidente disse apoiar tal iniciativa”, escreveu o general no Twitter nesta quinta-feira (23).

O chefe do GSI disse que a proposta de separar a pasta é da “maioria dos secretários de segurança estaduais”, que estiveram em Brasília na quarta-feira (22). Segundo Heleno, Bolsonaro disse que enviaria a seus ministros, para estudo, a recriação do ministério.

 

“A proposta de recriar o Ministério da Segurança Pública não é do residente Jair Bolsonaro, e sim da maioria dos secretários de Segurança estaduais, que estiveram em Brasília nesse 22 de janeiro. Em nenhum momento, o presidente disse apoiar tal iniciativa”, disse Heleno.

“O que alguns não entendem é que o presidente é o capitão do time. Ele escalou seus 22 ministros. As decisões são tomadas, ouvindo os ministros, mas cabe a ele, como comandante, dar a palavra final, mesmo que isso contrarie alguns dos seus assessores ou eleitores”, escreveu o general.

E continuou:

“O mesmo já aconteceu quando o Congresso passou o COAF da Justiça para o Banco Central. Os mesmos que, hoje, mentem ser de interesse do Presidente recriar a Segurança, acusaram o mesmo de enfraquecer Moro no caso COAF.”