O ex-ministro da Educação (MEC), Abraham Weintraub, afirmou nesta sexta-feira (25), que o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, previa 2 a 4 milhões de pessoas mortas pelo novo coronavírus (Covid-19) no Brasil. “Era um cenário absolutamente caótico”, afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em vídeo publicado em seu Twitter, Wein­traub des­tacou que en­quanto co­man­dava o MEC, foi um dos pri­meiros mi­nis­tros a serem pro­cu­rados por Man­detta. Até porque, como res­pon­sável pelas po­lí­ticas edu­ca­ci­o­nais, tinha em seu con­trole cerca de 50 hos­pi­tais uni­ver­si­tá­rios.

De acordo com ele, entre as con­versas que pre­sen­ciou pes­so­al­mente, o ce­nário re­la­tado pelo pró­prio Mandetta se mos­trava ex­tre­ma­mente alar­mante, se­gundo as in­for­ma­ções que o pró­prio res­pon­sável pelo Ministério da Saúde na época lhe re­pas­sava. O ce­nário, de acordo com Weintraub, era to­tal­mente caó­tico, apon­tando um nú­mero de mortes que che­ga­riam em torno de 4 mi­lhões de pes­soas.

Isso re­pre­sen­taria um en­co­lhi­mento gi­gan­tesco da po­pu­lação bra­si­leira (sendo sen­tido de forma apa­rente em ce­nário re­gi­onal), afirmou Weintraub.

Dizia Man­detta, de acordo com o ex-ministro da Educação, que “se­riam tantas mortes ao ponto das au­to­ri­dades terem de re­tirar os corpos das casas”.

Assista: