Rio de Janeiro - Pronunciamento do governador Wilson Witzel e secretários de Estado, no Palácio Guanabara, sobre a morte da menina Ágatha Félix durante ação da Polícia Militar no complexo de favelas do Alemão. (Fernando Frazão/Agência Brasil)

A Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro determinou nesta quinta-feira (9) sigilo nos processos administrativos que se referem às contratações emergenciais feita no combate ao novo coronavírus. Os gastos somam ao menos R$ 1 bilhão sem licitação, relata a Folha.

Os documentos do processo administrativo da contratação emergencial não estão mais disponíveis no Sistema Eletrônico de Informações (SEI), como estavam até quinta (8). Compra de respiradores, máscaras, testes rápidos, entre outros equipamentos ocultados pelo governo Witzel.

Ontem, o jornal paulistano revelou que a organização social escolhida pela Prefeitura de São Paulo e pelo governo estadual do Rio de Janeiro para gerir hospitais de campanha destinados ao atendimento de infectados pelo novo coronavírus tem episódios de má gestão e até crime em seu histórico.

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