Imagem: Reprodução

O governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel, foi citado por  Júlia Mello Lotufo, mulher do ex-capitão do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega. Reportagem investigativa da revista Veja revelou que Adriano relatou à familiares ameaças de facção infiltrada no governo do Rio. Ainda conforme reportagem, em nenhum momento a esposa do ex- PM citou relação com a família Bolsonaro.

 “Ele percebeu que o governador queria, por meio dele, colar o selo de bandidagem na testa do Bolsonaro”, disse uma pessoa do círculo íntimo do ex-capitão do Bope à revista.

De acordo com declaração de Julia à revista, Adriano teria doado R$ 2 milhões em dinheiro vivo à campanha do hoje governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), em busca de proteção em investigações. 

Alvo de ordem de prisão preventiva, Adriano ficou foragido e cobrou proteção de aliados, que teriam dito a ele que Witzel o queria como “1 troféu” para seu governo.

Witzel teria como objetivo desestabilizar o governo Bolsonaro e enfraquecer sua candidatura à reeleição. A morte de Adriano estaria de alguma maneira ligada à intenção de fazer certas conexões entre pessoas e situações. Até o primeiro turno, o principal braço político de Flávio Bolsonaro era Fabrício Queiroz, amigo de longa data e parceiro de ronda de Adriano da Nóbrega na Polícia Militar.

 

 

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