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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO estado de São Paulo confirmou, nesta terça-feira (15), os primeiros casos de gripe aviária em aves domésticas. Duas galinhas testaram positivo para Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em uma criação particular localizada na região de Parelheiros, zona sul da capital paulista. O diagnóstico foi feito pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA) em 11 de julho, segundo informou a Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA).
Outros dez animais que conviviam com as galinhas infectadas foram sacrificados, e o local passou por desinfecção e descarte apropriado das carcaças. A propriedade não possui atividades comerciais com aves, mas a área em um raio de 10 km será monitorada pelas autoridades sanitárias.
No mesmo dia, outro foco foi identificado em Sorocaba, no interior do estado. Um peru ornamental, mantido em um condomínio com cerca de 200 aves, também testou positivo para o vírus H5N1. As aves que tiveram contato com o animal infectado foram abatidas, e ações de vigilância foram iniciadas no local.
Apesar do alerta, autoridades afirmam que o risco de transmissão para humanos segue baixo. Até o momento, não há registro de infecções humanas por gripe aviária no Brasil. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reforçou que os casos humanos notificados no mundo, desde o surgimento do vírus, estão associados principalmente a pessoas com contato direto e prolongado com aves infectadas, como tratadores e trabalhadores de granjas.
“Em sua maioria, [a infecção humana] ocorre entre tratadores ou profissionais com contato intenso com aves infectadas (vivas ou mortas)”, informou o Mapa.
O infectologista Marcelo Neubauer reforça que, embora o H5N1 seja um vírus do tipo influenza A, ele é pouco transmissível entre humanos. “Não existe um risco de uma epidemia grande ou uma pandemia”, afirmou.
O Ministério também garantiu a segurança do consumo de produtos de origem animal. “A população brasileira e mundial pode se manter tranquila em relação à segurança dos produtos inspecionados.”
Cuidados recomendados à população:
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Evitar contato com aves silvestres ou doentes, especialmente em regiões com focos confirmados;
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Não manipular aves mortas ou com sintomas sem proteção adequada;
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Lavar bem as mãos após contato com animais ou ambientes rurais;
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Consumir apenas produtos de origem animal inspecionados e certificados.
Profissionais do setor avícola devem redobrar os cuidados, seguindo protocolos de biossegurança, como uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) e higienização de instalações, para evitar a propagação do vírus.





















































