🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Sexta-feira (24) no Mercado Livre
🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Sexta-feira (24) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeeDenúncias anônimas recebidas pela Polícia Civil mencionam a participação de presos da cúpula do PCC (Primeiro Comando da Capital) e de um ex-deputado estadual filiado ao PDT-SP no planejamento do atentado contra o tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos, de 39 anos. O oficial foi baleado na cabeça em 27 de junho, em São Caetano do Sul, no ABC Paulista. As informações foram divulgadas pela coluna do jornalista Josimar Jozino, no portal UOL, nesta sexta-feira (24).
21 itens que todo motorista precisa ter com descontos de até 65% OFF
Segundo as denúncias citadas pelo jornalista, a ordem para matar o tenente partiu de um detento do CDP-4 de Pinheiros, ligado a um integrante da cúpula do PCC mantido em um presídio federal e a outro que cumpre pena na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau. O ex-parlamentar estaria, segundo os relatos, na favela de Heliópolis reunido com outros comparsas para planejar o ataque.
🧰 Até 56% OFF em itens que todo mundo precisa ter para reparos domésticos — veja a lista completa
Suspeitos e transferências
Três suspeitos de envolvimento no ataque foram removidos para prisões dominadas pelo PCC:
-
Carlos Roberto Ferreira, 52, e Marcos Vinicius Dias Machado, 40: foram transferidos para a Penitenciária 1 de Avaré (SP), um dos maiores redutos da facção no sistema prisional;
-
Luiz Henrique de Oliveira Nascimento, 34: foi levado para o CDP 1 do Belém, na zona leste da capital paulista.
Um quarto suspeito, Hércules da Costa Siqueira, 45, conhecido como “Peruca” e já condenado a 22 anos por homicídio, segue foragido. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) oferece uma recompensa de R$ 50 mil por informações que levem ao seu paradeiro, e seu nome foi incluído na lista de procurados da Interpol.
As remoções foram determinadas pelo juiz José Fabiano Camboim de Lima, da Vara das Execuções Criminais da Capital, no dia 17 de julho, após três denúncias anônimas sobre possíveis tentativas de resgate por parte do PCC.
Nada provado contra ex-parlamentar
Até o momento, nada do que foi citado contra o ex-deputado foi comprovado. As investigações seguem em andamento para apurar a veracidade das denúncias e identificar todos os envolvidos no atentado.