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🧡 Ver Ofertas na ShopeeExigência para vídeos longos sobe para 8 mil horas de exibição, e meta para Shorts passa a ser de 20 milhões de visualizações; regras não afetam retroativamente quem já está no programa.
O YouTube anunciou nesta segunda-feira (10) que vai elevar os requisitos para que novos criadores de conteúdo passem a monetizar seus canais na plataforma. A partir de 1º de fevereiro de 2027, novos candidatos precisarão acumular 8 mil horas de exibição válidas nos últimos 12 meses ou 20 milhões de visualizações nos Shorts nos últimos 90 dias.
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Atualmente, as regras do Programa de Parcerias exigem mil inscritos e 4 mil horas de exibição no último ano, ou mil inscritos e 10 milhões de visualizações de Shorts nos últimos 90 dias. Com a atualização, as metas de tempo de tela e visualizações exigidas para a aprovação de novos canais serão duplicadas.
Impacto para novos produtores e justificativa
As novas diretrizes exigirão que os canais construam bases de audiência maiores e mantenham uma frequência de engajamento mais elevada antes de se qualificarem para a divisão de receitas publicitárias. De acordo com o YouTube, a alteração acompanha a expansão global da plataforma, que atualmente registra mais de 200 bilhões de visualizações diárias em Shorts e ultrapassa 1 bilhão de horas de conteúdo assistidas em televisores todos os dias.
Manutenção de receita para Shorts
Para os criadores que já fazem parte do Programa de Parcerias, a mudança não causará a exclusão do canal, mas trará critérios de permanência para o fundo de Shorts (Shorts Creators Pool). Para continuar recebendo a receita direta dos vídeos curtos, os parceiros precisarão registrar um piso mínimo de 10 milhões de visualizações de Shorts a cada 90 dias.
Canais que ficarem abaixo desse patamar manterão a monetização ativa para os vídeos longos, e os repasses dos Shorts serão restabelecidos assim que o volume de visualizações exigido for alcançado novamente dentro do trimestre móvel.
Expansão do plano Premium Lite
Junto às novas regras de monetização, o YouTube confirmou a expansão global do plano Premium Lite para todas as regiões onde a assinatura Premium tradicional já é comercializada. O pacote oferece redução de anúncios na maior parte dos conteúdos, suporte a downloads offline e reprodução em segundo plano.
O modelo de partilha de receitas oriundas de assinantes permanece inalterado: 55% do montante arrecadado é destinado aos criadores de vídeos longos e 45% aos produtores de Shorts. Segundo a empresa, a ampliação da base de assinantes pode representar um incremento nos ganhos gerais dos parceiros, visto que a receita gerada por usuário Premium é, em média, superior à gerada por exibição de anúncios convencionais.