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🧡 Ver Ofertas na ShopeeOs funcionários da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil iniciaram uma greve por tempo indeterminado nesta quinta-feira (10). Na Caixa, a paralisação tem caráter nacional e ocorre após os trabalhadores rejeitarem a proposta de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). No Banco do Brasil, o movimento é parcial e restrito às bases sindicais que não aprovaram a nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).
As negociações foram retomadas, e novas assembleias devem ocorrer para avaliar os desdobramentos e eventuais propostas apresentadas pelas instituições financeiras. No caso da Caixa, a rejeição do ACT superou 90% das bases sindicais em consultas realizadas pelo país, tendo entre os principais pontos de discordância o plano de saúde da categoria (Saúde Caixa).
Situação no Banco do Brasil
No Banco do Brasil, a nova Convenção Coletiva foi aprovada por parte dos sindicatos, mas rejeitada por 60 entidades, incluindo bases importantes como Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Pernambuco e Florianópolis. Por outro lado, 39 bases — entre elas São Paulo, Curitiba, Niterói e Jundiaí — aprovaram a proposta apresentada pelo banco.
A CCT geral da categoria foi assinada na quarta-feira (9) pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e pelos sindicatos, garantindo a reposição integral da inflação pelo INPC, além de aumento real de 0,6% nos próximos dois anos, incidindo também sobre vales, remunerações e auxílios. O acordo abrange medidas de combate ao assédio, regras de desconexão e diretrizes de monitoramento digital.
Posicionamento dos bancos
A Caixa Econômica Federal informou que mantém o diálogo aberto e retomou as tratativas com as entidades. A instituição pontuou que, caso não haja acordo dentro do prazo, poderá retirar a proposta e ingressar com um dissídio coletivo na Justiça.
O Banco do Brasil destacou que participou das negociações unificadas pela Fenaban e manteve mesas de debate específicas para tratar dos pleitos de seus funcionários. Ambas as instituições reforçaram que os clientes podem utilizar os canais digitais, aplicativos, redes de atendimento remoto e correspondentes para realizar transações durante o período de paralisação.