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🧡 Ver Ofertas na ShopeeAparelhos foram apreendidos na praia do Cumbuco, em Caucaia, na noite deste domingo (20); nem o namorado nem a mãe dele são citados como investigados ou suspeitos, mas os eletrônicos serão periciados. Isabelle cursava Direito e estagiava no escritório do namorado, de 33 anos.
A Polícia Civil do Ceará apreendeu o celular e um tablet da mãe de João Munhoz Neto, namorado da estudante Isabelle Caracristi, de 22 anos, encontrada morta no pátio do condomínio onde morava com ele, no bairro Aldeota, em Fortaleza. A mulher foi encontrada no início da noite deste domingo (20), na praia do Cumbuco, em Caucaia, município vizinho à capital, onde a polícia cumpriu um mandado de busca e apreensão. Os aparelhos serão periciados.
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O namorado de Isabelle, no entanto, continua sendo procurado e não foi localizado até a última atualização. Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), nem ele nem a mãe são citados como investigados ou suspeitos. O celular de Isabelle também está sob posse dos investigadores e será periciado.
Cronologia das últimas horas
Imagens de câmeras de segurança obtidas pelo Diário do Nordeste e confirmadas pelo g1 mostram a movimentação no dia da morte.
Por volta das 18h32, João Munhoz deixou o prédio sozinho. Cerca de 40 minutos depois, às 19h12, Isabelle entrou no elevador e seguiu para o rooftop, no 23º andar. Foi a última vez que ela foi vista viva. A jovem foi encontrada morta na área comum do condomínio por volta das 20h40. O namorado retornou ao condomínio às 22h48.
Perícia e investigação
A Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) identificou lesões no corpo da jovem “compatíveis com o impacto contra o solo”. Exames laboratoriais tiveram resultado negativo para substâncias de interesse toxicológico.
A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte. Até o momento, quatro pessoas foram ouvidas, e outras quatro oitivas estão previstas.
Últimas mensagens e bloqueio
Segundo a mãe, Isorlanda Caracristi, Isabelle enviou duas mensagens na noite de domingo: uma pedia que a mãe olhasse uma comida na air fryer, e a outra dizia “Mãe, eu te amo”.
Depois disso, a mãe não teve mais notícias da filha. Na manhã seguinte, ao tentar contato com o namorado, descobriu que havia sido bloqueada por ele no telefone e nas redes sociais.
Ao ir ao prédio, Isorlanda foi informada pela síndica de que a filha havia morrido na noite anterior.
Relacionamento e estágio
Isabelle cursava o segundo semestre do curso de Direito e, em julho, conseguiu um estágio em um escritório de advocacia em Fortaleza. Foi durante esse estágio que conheceu o namorado, que era um dos sócios do escritório. Segundo Isorlanda, a jovem passou a ser estagiária direta dele.
A mãe relata que o anúncio do namoro ocorreu menos de dez dias após o início do estágio e que percebia um comportamento controlador por parte dele. Ela chegou a advertir a filha sobre o risco de sofrer assédio, principalmente por ser uma jovem em contato frequente com um homem mais velho, de 33 anos.
Repercussão
O caso ganhou repercussão nas redes sociais na sexta-feira (18), depois que a mãe publicou um vídeo cobrando explicações e justiça.
“Minha filha estava viva e voltou morta para os meus braços”, declarou Isorlanda.
































































